O ônibus espacial mais antigo da frota norte-americana partiu para uma missão de 16 dias. Às 09:00 horas de um sábado de 2003 a aeronave se desintegrou, causando a morte de seus sete tripulantes.
Foi o segundo acidente com um ônibus espacial. O primeiro ocorreu em 1.986, quando uma explosão destruiu o ônibus espacial Challenger, durante a decolagem.
O acidente com o Colúmbia ocorreu no Cabo Canaveral, Flórida. No momento do acidente do Colúmbia a aeronave se encontrava-se a uma altitude de 61.870 metros, viajando a uma velocidade de 20.120 km/hora (Mach 18).
Vários pedaços da nave caíram em áreas residenciais. A cidade de Nacogdoches, situada no estado do Texas, recebeu grande parte dos detritos, Mas não houve registros de vítimas. Neste caso, a aerodinâmica explicaria a tragédia. A estrutura da nave não teria suportado as forças de uma reentrada fora do alinhamento correto, fazendo com que ela se partisse em milhares de pedaços.
Os especialistas descartaram a hipótese da falta de material refratário que protege a nave do imenso calor gerado pelo atrito com a atmosfera. Mesmo a ausência de vários desses ladrilhos não seria suficiente para causar um acidente. Nos anos 1980, o mundo surpreendeu-se quando a NASA mostrou fotografias perfeitas tiradas do ônibus espacial em órbita, mostrando a ausência de alguns desses ladrilhos.
Foi o segundo acidente com um ônibus espacial. O primeiro ocorreu em 1.986, quando uma explosão destruiu o ônibus espacial Challenger, durante a decolagem.
O acidente com o Colúmbia ocorreu no Cabo Canaveral, Flórida. No momento do acidente do Colúmbia a aeronave se encontrava-se a uma altitude de 61.870 metros, viajando a uma velocidade de 20.120 km/hora (Mach 18).
Vários pedaços da nave caíram em áreas residenciais. A cidade de Nacogdoches, situada no estado do Texas, recebeu grande parte dos detritos, Mas não houve registros de vítimas. Neste caso, a aerodinâmica explicaria a tragédia. A estrutura da nave não teria suportado as forças de uma reentrada fora do alinhamento correto, fazendo com que ela se partisse em milhares de pedaços.
Os especialistas descartaram a hipótese da falta de material refratário que protege a nave do imenso calor gerado pelo atrito com a atmosfera. Mesmo a ausência de vários desses ladrilhos não seria suficiente para causar um acidente. Nos anos 1980, o mundo surpreendeu-se quando a NASA mostrou fotografias perfeitas tiradas do ônibus espacial em órbita, mostrando a ausência de alguns desses ladrilhos.
MAS NOSSOS LEITORES ACREDITAM EM OUTRA HIPÓTESE: (foto enviada por um leitor, e publicada apenas como ilustração humorística.)
